Peniche · Berlenga · Desde 1958

Uma história de mar.

Mais de seis décadas a ligar o porto ao horizonte.
Uma herança que se conta em travessias, não em anos.

O barco Novo Rumo atracado na Berlenga
Capítulo I · A Origem

O porto,
o barco, o mar.

— 1958 —

Em 1958, alguém em Peniche olhou para o horizonte e viu a Berlenga. Não como obstáculo — como destino. Assim nasceu a Viamar: de uma decisão simples, tomada à beira-mar, com a ilha à vista e o barco ao cais.

Foi sempre uma empresa de família. O porto como escritório, o mar como estrada. As reservas faziam-se de viva voz, a confiança não precisava de contrato. Havia uma ilha para alcançar — e havia quem a soubesse alcançar.

"O mar não se explica.
Atravessa-se."

Arquivo Viamar · Peniche
O primeiro Cabo Avelar — anos 70 e 80
Capítulo II · A Embarcação

Cabo
Avelar Pessoa.

Há embarcações que se tornam parte da paisagem de um lugar. O Cabo Avelar Pessoa é uma delas — reconhecida ao amanhecer por gerações de Penicheiros que sabem que o verão começa ali, na fila do cais, com a proa apontada à Berlenga.

Com capacidade para 190 passageiros, inspecionado anualmente pela Autoridade Marítima Nacional. Mas o que os números não dizem é o que a silhueta representa: a promessa de uma travessia que vai acontecer, como tem acontecido há décadas.

A bordo

Segurança.
Conforto. Tradição.

190
passageiros
capacidade máxima
45 min
travessia em
condições normais
+3M
passageiros transportados
pela Viamar
60+
anos na rota
Peniche–Berlenga
Capítulo III · O Destino

A ilha
que nos define.

A Berlenga não se descreve facilmente. Pedras antigas, água de azul impossível, silêncio partido pelo vento do largo. Reserva Natural protegida, Reserva da Biosfera da UNESCO — mas sobretudo um lugar que fica na memória de quem a visita.

Quem vai uma vez, quer voltar. É esse regresso que define a Viamar: a certeza de que estaremos aqui, prontos para fazer a travessia, como temos feito há mais de seis décadas.

Arquivo Fotográfico · Coleção Permanente

Imagens de
uma memória viva

Fotografias recolhidas ao longo de décadas.
O mar não muda — o que muda são os rostos que o atravessam.

"O mar não tem memória.
Nós guardamos a nossa."
Viamar · Peniche · Desde 1958
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